UM NOVO AMANHECER

UM NOVO AMANHECER

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

SOLIDARIEDADE HUMANA ,SALVE NOSSO PLANETA


A Transitoriedade da vida e a solidariedade humana

Certa feita, em uma longínqua data, à noite, em um cemitério abandonado, encontraram Milarepa, o grande yogue tibetano, deitado há alguns dias sobre um cadáver putrefato. Assustados seus discípulos perguntam porque fazia aquilo, ao que respondeu o grande sábio “ quando estou esquecendo de minha passageira vida, venho ao cemitério para revigorar minha consciência da transitoriedade da vida e das coisas”.
A civilização humana preocupada com a sua sobrevivência e seu “ desenvolvimento” tem, no correr dos séculos, esquecido sua transitória existência. O homem vem fazendo grandes planos como se fosse ele eterno. Adquire bens como se fossem eternos. Desenvolveu sua ganância a ponto de tomar bens de outros a qualquer custo. Chegou ao cúmulo de construir grandes pirâmides para perpetuar sua existência. Andou e anda pelos caminhos equivocados da vida.
O ser humano vem se esquecendo que tudo que existe, inclusive a própria Terra, tem seu círculo de vida; seu começo meio e fim, incluindo aí a vida humana, e por isso está ansioso para obter bens que julga permanentes e sonha ainda com a eternidade.
Com esse entendimento e essa forma de viver, o homem está desviando sua energia e atenção da realidade concreta da vida. Está ele “ sonhando” e “ flutuando” sobre esta realidade e isso prejudica a adoção de ações conscientes e objetivas aqui e agora.
Evidentemente, que não precisamos chegar ao ponto de agir como o Grande Mila, mas podemos observar seu exemplo e ficarmos alerta no sentido de nunca perdemos a consciência da transitoriedade e impermanência da vida e das coisas. Só assim, viveremos intensamente nossas vidas e deixaremos de lado a ganância por bens materiais passageiros, o que nos levará a um mais alto nível da consciência mundial de solidariedade, pois entenderemos que todos somos iguais., UNIMOS NOSSAS FORÇAS E VAMOS SER SOLIDARIOS , E VAMOS SLVAR NOSSO PLANETA TERRA BJS

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Música

Concerto (1485-95), quadro a óleo de Lorenzo Costa (m. 1535)

A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma uma pré-organização ao longo do tempo .[1]

É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Actualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.

A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes subtis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.

Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Sir CHARLES CHAPLIN (*) 16 de Abril de 1889 (+) 25 de Dezembro de 1977

Sir CHARLES CHAPLIN
(*) 16 de Abril de 1889 (+) 25 de Dezembro de 1977

“ A beleza é a única coisa preciosa da vida.
É difícil encontrá-la, mas quem consegue, descobre tudo. ”


Conheça aqui algumas BIOGRAFIAS do grande Charlie Chaplin (Sir Charles Spencer Chaplin), o 'Adorável Vagabundo' e nosso inesquecível CARLITOS:

Adoro Cinema / Dez em Tudo / Casa do Bruxo / Hollywood-Makeup
Sir Charles "Charlie" Spencer Chaplin - Wikipédia

Charles Chaplin nasceu em 16 de abril de 1889, em Londres-Inglaterra, de família pobre e órfão de pai, ele cresceu um grande homem, o responsável pela criação do cinema mudo, embalou várias décadas com suas comédias que relatavam a vida real.

Hot stuff at the firehouse.
Edna Purviance and Charlie Chaplin;
from The Fireman (Mutual, 1916).

(This photo is from the Silents Majority collection)

Chaplin casou-se quatro vezes, sempre com mulheres bem mais jovens, e estas uniões não duravam muitos anos. Com sua segunda esposa, Lita Grey, Chaplin teve 2 filhos, e com a quarta esposa, Oona O'Neil, teve oito filhos. Oona tinha apenas 18 anos quando se casaram em 1943. O casal permaneceu junto até a morte de Chaplin.

Acumulou muito dinheiro em sua vida de fama, afinal de contas seus filmes eram vistos em todo mundo, e não há quem nunca tenha ouvido falar de Chaplin, quem nunca tenha visto um quadro, uma foto ou ao menos um desenho seu ... Fortuna vai, fortuna vem, como muitos outros artistas, Chaplin nunca soube administrar seus bens e por três vezes esteve à beira da falência, mas sempre deu a volta por cima.

Chaplin estava sendo forçado a gravar seus filmes com som, mas ele se negava, dizia que quando o vagabundo falasse, perderia totalmente a graça. Todavia, ele gravou o polêmico "O Grande Ditador", um de seus melhores filmes, onde critica abertamente o nazismo e o fascismo.

Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, Chaplin fez trabalhos com mensagens políticas: na Segunda Guerra Mundial, ele criticou Hitler e os Nazistas, e na Guerra Fria ele expressou sua simpatia em relação aos pacifistas e comunistas. Por causa de alguns de seus filmes politizados, Chaplin acabou vítima da campanha anti-comunista de Joseph McCarthy, conhecida como Macartismo ou “a caça às bruxas”.

Apesar de ter vivido décadas nos Estados Unidos, Chaplin nunca se tornou um cidadão americano. Ele se considerava um cidadão do mundo, rejeitando e ridicularizando qualquer tipo de patriotismo.

Em 1952, dois dias após partir para a Inglaterra para promover seu novo filme, Chaplin teve seu visto de entrada para os Estados Unidos removido. Ele então foi morar na Suíça, onde viveu até o fim de sua vida com sua esposa Oona e sua família.

Em 1972, 20 anos após ter tido seu visto americano confiscado, Chaplin foi convidado a voltar aos Estados Unidos para receber um Prêmio Honorário, na cerimônia de entrega do Oscar, por suas contribuições à indústria cinematográfica. Na premiação, Chaplin recebeu a maior ovação de toda a história do Oscar. Três anos depois, em 1975, Chaplin recebeu uma das maiores honrarias que um artista pode receber: foi condecorado Cavaleiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II, obtendo assim seu título de SIR.

Charles Chaplin morreu em 25 de Dezembro de 1977, em Corsier-vur-Vevey, na Suíça, ao lado de sua família.


“ PRECISO DE ALGUÉM ”
- Cris Passinato -

“ Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado;
alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir,
mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia,
nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu
perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias,
nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
'Nós ainda vamos rir muito disso tudo', e ria muito.
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira,
a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela.

ERRATA: esta poesia, de autoria de Cristiana Passinato, circula na WEB como sendo de autoria de Charles Chaplin, e assim foi publicada originalmente em nosso portal. Contatados pela verdadeira autora, com muito prazer desfazemos o equívoco, estabelecendo os créditos a quem de direito.

( Cris Passinato - 'Biografia' - 1973/*** )

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010



A História da Cidade De Luanda

Foi em 1575 que Paulo Dias de Novais, capitão-mor das conquistas do Reino de Portugal, desembarcou na ilha do Cabo onde, para além de alguns compatriotas seus, encontrou uma população nativa bastante numerosa, tendo aí consigo cerca de 700 pessoas, 350 dos quais homens de armas, padres, mercadores e servidores.

Um ano depois, reconhecendo não ser “o lugar acomodado ideal para a capital da conquista”, avança para terra firme e funda a vila de São Paulo de Luanda, tendo logo de seguida lançado a pedra para a edificação da igreja dedicada a São Sebastião, a 25 de Janeiro de 1576, no lugar onde hoje é o Museu Central das Forças Armadas (morro de São Miguel).

A origem do nome Luanda provem de Axiluandas singular Muxiluandas que significa “homem da ilha/mar” nativos da ilha do Cabo.

Só cerca de 30 anos mais tarde com o aumento da população europeia que se juntou à população nativa e o consequente aumento de edificações, para fins diversos, a vila toma foros de cidade, estendendo-se a urbe do morro de S. Miguel ao largo defronte do hospital Maria Pia, hoje Josina Machel.

A 24 de Agosto de 1641, o povo e o governo, alarmados com o aparecimento na baia da Grande Armada, sob o comando do almirante holandês Pedro Houtbeen, abandonam precipitadamente a cidade, sendo este acto uma sequência das perturbações causadas pelos holandeses, que têm inicio cerca de 1624.

Em 1648, Portugal restaura a conquista da colónia, por intermédio de uma investida conduzida por Salvador Correia de Sá e Benevides, iniciando um novo período onde são notáveis os esforços para a restauração do que havia sido destruído pela invasão holandesa, tendo sido recuperadas algumas das edificações da época como as fortalezas de S. Miguel, do penedo de Santa Cruz, várias igrejas (algumas já desaparecidas), conventos dos Jesuítas dos Terceiros Franciscanos, Hospital da Misericórdia e casario diverso, principalmente na baixa de Luanda.

Entre as construções mais notáveis da época estão ainda conservadas a ermida da Nazaré, a igreja do Carmo e a cerca, restos do convento das Carmelitas, todas do séc. XV. São do séc. XVIII o acabamento da fortaleza de S. Pedro da Barra, do forte do Penedo, o Palácio do Governo, a Alfândega, entre outras.

Pouco era o casario da cidade ainda nos meados do séc. XIX; das construções mais importantes desse período destacam-se o mercado da Quitanga (1818), o primeiro cemitério (1806) e já no fim do séc. o hospital de D. Maria Pia, notável ainda hoje pelo seu plano e grandeza e que as obras de vulto de anos recentes lhe dão tão grande importância.

É a mistura de todas estas construções, antigas e modernas, que dá à cidade um aspecto característico próprio.

Desde então Luanda tem conhecido um crescimento significativo, sendo de notar uma grande explosão demográfica a partir da década de 60 do séc. XX. Em pouco mais de 10 anos Luanda expandiu-se tendo atingido cerca de 880 mil habitantes assumindo-se autenticamente como capital do novo país que já desenhava um horizonte próximo.

A esse grande crescimento da área urbanizada seguiu-se um período de estagnação logo após a independência, ao contrário da área suburbana da capital que cresceu para mais do triplo da dimensão de 1974 (último ano da permanência da autoridade colonial portuguesa no território). A partir da década de 60 do séc. XX a cidade conheceu uma explosão demográfica e em pouco mais de 10 anos atingiu cerca de 880 mil habitantes e actualmente conta com aproximadamente 4 milhões de habitantes.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cuide bem da natureza

Hoje acordei cedo, contemplei mais uma vez a natureza.
A chuva fina chegava de mansinho.
O encanto e aroma matinal traziam um ar de reflexão.
Enquanto isso, o meio ambiente pedia socorro.
Era o homem construindo e destruindo a sua casa.
Poluição, fome e desperdício deixam o mundo frágil e degradado.
Dias mais quentes aquecem o “planeta água”.
Tenha um instante com a paz e a harmonia.
Reflita e preserve para uma consciência coletiva.
Ainda há tempo, cuide bem da natureza.